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Com pouco mais de um ano de mercado – período durante o qual realizou mais de 70 filmes para 17 das mais importantes agências de publicidade do País e 41 anunciantes –, a Paranoid BR, de Heitor Dhalia, Tatiana Quintella e Egisto Betti, foi indicada ao Prêmio Caboré, criado pelo Meio & Mensagem em 1980, na categoria Produção Publicitária.
Betti diz que a notícia da indicação “deixou todos muito surpresos e orgulhosos pelo reconhecimento do mercado a uma produtora tão nova”. E isso comprova, segundo ele, que “fizemos todas as apostas certas, já que nosso modelo privilegia as pessoas e o talento”.
Sobre o Prêmio Caboré
O prêmio tem o intuito de homenagear profissionais e empresas que se destacam em seus respectivos setores. São lembradas aquelas que contribuem para o avanço da indústria da propaganda e o desenvolvimento do marketing e da comunicação no mercado brasileiro.
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Tatiana Quintella, Heitor Dhalia e Egisto Betti Jr., sócios da Paranoid BR, em foto de Paulo Vainer
A Paranoid BR – fundada pelo cineasta Heitor Dhalia e pela produtora Tatiana Quintella – comemora seu primeiro ano no mercado com a realização de mais de 60 filmes publicitários para 17 agências e 41 anunciantes. A produtora de comerciais conta com um time de 12 diretores nacionais e 17 estrangeiros e tem ainda como sócio Egisto Betti e parceria internacional com a Paranoid US.
Dentre as agências já atendidas pela Paranoid BR estão algumas das maiores do mercado publicitário brasileiro, como África, AlmapBBDO, DPZ, DM9DDB, F/Nazca, Fischer+Fala, Giovanni Draftfcb, Grey, Leo Burnett, Lew´Lara\TBWA, MPM/Loducca, W/McCann, Neogama, Nova S/B, Ogilvy & Mather, Peralta Strawberryfrog, Y&R, entre outras. Os trabalhos foram realizados para anunciantes de peso como Fiat, TAM, TIM, Vivo, Itaú, Vale, Claro, O Boticário, Tang, C&A, Caixa Econômica Federal (CEF), Pedigree, Guaraná Antarctica, Senac, Brastemp, Unilever, Mercedez-Benz do Brasil, Visa, Honda, LG, Casa Hope, entre outros.
A produtora brasileira tem como diferencial o intercâmbio de expertise entre diretores nacionais e internacionais, que permite oferecer a agências de todo o mundo a soma de talento e tecnologia globais do mercado de filmes publicitários.
A Paranoid BR conta atualmente com 35 colaboradores diretos. Segundo a sócia e produtora-executiva Tatiana Quintella, idealizadora e organizadora do Pólo Cinematográfico de Paulínia (SP), até o final do ano, a meta é atingir a marca de 100 filmes publicitários.
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A produtora de filmes publicitários Paranoid BR tem um novo representado no time de diretores, Guilherme Marcondes. Especialista em animação, participou como convidado especial do último Anima Mundi. Seu curta-metragem “Tyger” ganhou mais de 20 prêmios internacionais, incluindo dois no festival francês Clermont-Ferrand.
Morando em Nova York há quatro anos, Marcondes começou a carreira como ilustrador ainda na faculdade, quando estudava Arquitetura na Universidade de São Paulo. Em 2000, juntou-se ao time da Lobo Filmes, onde durante cinco anos dirigiu vídeos para diversos clientes internacionais, como Diesel, Panasonic e Cartoon Network. Em 2005 foi para a MTV Networks, em Londres, dirigir a campanha de lançamento do Europe Music Awards.
Nos Estados Unidos, trabalhou na renomada produtora Motion Theory, em Los Angeles. Atualmente é diretor independente, representado pelos estúdio Hornet Inc,. nos EUA, e Passion Pictures, na Europa, e agora, no Brasil, pela Paranoid BR.
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Dois anos depois de deixar a Secretaria de Cultura de Paulínia, onde idealizou e iniciou a implantação do Pólo de Cinema, Tatiana Quintella voltou à cidade do interior de São Paulo na semana passada. Ela é a produtora de Homem do Futuro, do diretor Claudio Torres, com Aline Moraes e Wagner Moura, cujas filmagens começaram na quarta-feira, 11 de agosto. Tatiana – que foi produtora associada de outro filme de Torres, Mulher Invisível – dirige hoje a Paranoid BR, de filmes publicitários, e a Dreamonoid, de projetos audiovisuais.
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A cineasta Vera Egito, apresentada no ano passado em Cannes como “jovem talento promissor” do cinema brasileiro, estreia como diretora de comerciais, na Paranoid BR, dirigindo três filmes para as marcas Dove, Casa Hope e Açúcar União. Assistente de direção do filme “O Cheiro do Ralo”, Vera continua a atuar no cinema.
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O fotógrafo e diretor de filmes publicitários Paulo Vainer, reconhecido como um profissional multimídia, é o novo diretor de cena da Paranoid BR, produtora de filmes publicitários criada há menos de um ano por Heitor Dhalia, Tatiana Quintella, Claude Letessier e Egisto Betti e que já contabiliza 42 produções para algumas das principais agências.
Vainer iniciou sua carreira, em 1978 e, três anos depois, fez estágio no estúdio do também fotógrafo Steve Bronstein, em Nova Iorque, onde, até 1985 trabalhou com Andreas Heiniger. De volta ao Brasil no ano seguinte, trabalhou no estúdio da Editora Abril, onde permaneceu até 1990, quando decidiu abrir seu próprio estúdio, projetando-se, a partir daí, como um dos principais fotógrafos de moda e publicidade do Brasil.
Em 1991, Vainer, como diretor de fotografia, começa a trabalhar com alguns dos mais importantes nomes do cinema nacional, como é o caso de Ricardo Van Steen, Walter Salles, Andrucha Wadingtton e Fernando Meirelles. Seu primeiro longa-metragem foi em 2004, Noel, o Poeta da Vila, indicado para o Prêmio ABC, e quatro anos depois, Eu e meu guarda-chuva, pela Conspiração Filmes.
Como diretor de cena, atividade a que se dedicou a partir de 1998, especializa-se em beleza, moda, carros, fazendo filmes para marcas como o Itaú, Volkswagen, Nike, Nestlé e Renault, entre outras.
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Dulcídio Caldeira, diretor da Paranoid BR, acaba de dirigir seu primeiro videoclipe para a música “Depois da Meia Noite”, da banda de rock nacional Capital Inicial. O filme mostra o grupo dentro do rádio de um carro em alta velocidade. Este é um dos primeiros trabalhos de Dulcídio na produtora, após o anúncio, em janeiro de 2010, de que queria tornar-se diretor de cena.
Com roteiro de Dulcídio Caldeira, em parceria com André Faria, o videoclipe, da faixa do disco “Das Kapital”, mostra um jovem casal de assaltantes. No som do carro usado para fugir da Polícia, o grupo musical toca como se estivesse dentro do rádio. Por causa das curvas e freadas do veículo em alta velocidade, os músicos são jogados de um lado para outro. “Para filmarmos isso de forma realista, construímos uma ampla caixa cenográfica. Durante as gravações, esse local se inclinava o tempo todo, desequilibrando os músicos para simular este efeito”, afirma o diretor.
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Já está no ar o filme produzido pela Paranoid BR para o lançamento do novo Fiat Uno. A produção foi dirigida por Denis Cisma, especializado em pós-produção e direção de arte, e Carlos Manga Jr, com sua cinematografia sofisticada e um preciso storytelling.
Criado pela Leo Burnett, o filme mostra uma cidade sendo “customizada” Foi alugado um galpão durante três dias e utilizadas três câmeras simultâneas. A produção foi gigantesca. Mais de 200 pessoas diariamente no set de filmagens, com um elenco de 80 pessoas. Além disso, foram demandadas mais de uma tonelada e meia de equipamentos e 600 horas de pós-produção, envolvendo 15 especialistas.
“Sou um diretor muito autoral e essa foi a primeira vez que eu dividi um filme, e gostei muito da experiência. Eu me identifiquei muito com o Cisma e espero trabalhar com ele mais vezes”, afirmou Manguinha.
Um dos grandes diferenciais do filme foi a utilização de poucos recursos de computação gráfica. “Queríamos deixar o filme o mais real possível. Portanto, a maioria dos objetos da cidade foi de fato construída mecanicamente”, afirma Cisma.
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O filme Serra Pelada, da Dreamonoid, foi destaque em reportagem realizada neste mês pelo jornal Valor Econômico. A matéria reporta este “faroeste brasileiro” com informações sobre as datas de filmagem, a previsão de lançamento e um pouquinho sobre a trama e os personagens.
Wagner Moura, que interpretará Joaquim, deu entrevista de Los Angeles ao veículo, afirmando que está entusiasmado com este projeto.
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Com um filme versátil, que traz as questões humanas como tema principal, o diretor Apichatpong Weerasethakul – e o filme Lung Boonmee Raluek Chaat (em português algo como “Tio Boonmee, que Pode Relembrar suas Vidas Passadas) – foi o grande vencedor no Festival de Cannes, evento que, em sua 63ª edição, foi presidido pelo cineasta norte-americano, Tim Burton.
Weerasethakul quase não foi ao festival, devido à turbulência política de seu país – as manifestações contra o primeiro-ministro, Abhisit Vejjajiva, já provocaram várias mortes na capital. Com seis longas-metragens em seu currículo, o diretor tailandês já havia conquistado alguns outros prêmios no festival e tinha sido convidado a participar da Bienal, em São Paulo.
Patrick Siaretta, sócio da Dreamonoid, esteve lá e conta que o Brasil está se tornando atraente para produtores internacionais, por possuir uma população com diversas etnias e diversidade de paisagens, além de atraentes leis de incentivo.
